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Sejam Bem Vindos

Sejam Super Bem Vindos

Que a Paz do Senhor Jesus estejam com vocês.Fiquem a vontade de ler as postagens e dar seus comentários,opiniões. Espero que você goste e seja agraciado com cada mensagem.O Blog em si é meu,mas tudo que tenho é de Deus e pra Deus.

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32)

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3 : 16)

sábado, 11 de abril de 2015

Trabalhamos para o Rei...


TrabalhamosParaOReiNão importa o que façamos, o nosso trabalho tem propósito e sentido inerentes porque o estamos realizando basicamente para o Rei. A pessoa para quem trabalhamos é mais importante do que aquilo que fazemos. O mundo nos dirá o contrário. O mundo nos dirá que a vida encontra o seu sentido no sucesso no trabalho ou que o trabalho é apenas um mal necessário para o caminho do lazer. Todas essas formas de pensamento são mentirosas. Nós realmente trabalhamos para alguém superior ao nosso chefe. Trabalhamos para Jesus. Isso é a coisa mais importante que podemos saber e lembrar a respeito do nosso trabalho. Isso é muito mais importante do que a profissão em si, independentemente de a pessoa ser uma dona de casa, um banqueiro, um funcionário político, um trabalhador da construção, um barista ou um executivo de uma corporação. Não importa o que estejamos fazendo, nós o estamos fazendo para glorificar a Jesus.
Se mantivermos essa ideia principal em mente, isso mudará a forma como pensamos a respeito do nosso trabalho e nos empenhamos nele. Por quê? Porque quando glorificar a Jesus é a nossa motivação primordial, o nosso trabalho — independentemente do que esse trabalho seja em suas particularidades — passa a ser um ato de adoração. Ficamos completamente livres do pensamento de que o nosso trabalho é sem sentido e propósito, e somos igualmente libertos do pensamento de que o nosso trabalho possui algum significado supremo. Ainda mais, descobrimos, de uma nova forma, a ligação entre o nosso trabalho e a nossa principal identidade como discípulos de Jesus. Deixamos de nos desvencilhar de nosso papel de discípulos a cada dia de trabalho. Pelo contrário, o nosso compromisso com o nosso trabalho se torna uma das principais maneiras pela qual expressamos o nosso discipulado ao nosso Senhor e o nosso amor por ele.

7 motivos para não se preocupar

7MotivosParaNaoSePreocupar

Existe um pecado que bons cristãos de classe média cometem mais do que o pecado da preocupação?
Você acorda dez minutos depois do que esperava e a ansiedade já começa a tomar conta de você: e se eu estiver atrasado? E o tráfego? Como está o clima? Você passa na frente do espelho e se preocupa que seu rosto tem mais rugas do que costumava ter. Desce as escadas correndo e, porque está com pressa, deixa seus filhos comerem qualquer coisa que queiram, e aí, então, você começa a se preocupar se o açúcar realmente causa câncer. Enquanto arruma as crianças, você se dá conta que um de seus garotos não fez o dever de casa, de novo. Você se preocupa por não saber se ele algum dia vai ter juízo e, enquanto deixa seus filhos na escola, você se preocupa com a possibilidade deles se envolverem com a galera errada ou se vão cair da escada horizontal.
Assim que chega em casa, você checa o Facebook apenas para relaxar. Lá você lê sobre quão incríveis são as crianças de todas as outras pessoas e sobre todos os fantásticos cupcakes que suas amigas fazem e você se preocupa com a possibilidade de ser um fracasso como mãe. Mais tarde, nessa mesma manhã, você sente aquela dor no seu joelho novamente. Você se preocupa com a possibilidade de ter que fazer uma cirurgia de substituição total da junta do joelho e se o seguro irá cobrir e como você irá pagar por isso e quem irá tomar conta das crianças se você estiver imobilizada por um mês. Então você se preocupa com a dor que talvez esteja um pouco pior, assim você checa todos os sites médicos e se dá conta de que você provavelmente tem um caso raro de coqueluche que se espalhou para seus membros.

A Luz do Mundo

ALuzDoMundo

“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (João 8.12)”.
Circulavam muitas opiniões sobre a pessoa de Cristo durante seu ministério público. Alguns pensavam que ele era o grande profeta escatológico (dos fins dos tempos – Jo 7.40), enquanto outros achavam que ele era realmente o Messias (Jo 7.41). Essas opiniões quase fizeram com que Jesus fosse preso por causa da desordem que elas causavam (Jo 7.41-43). Entretanto, “ninguém lhe pôs as mãos”, porque “ainda não era chegada a sua hora” (Jo 7.30, 44). O segundo “EU SOU” de Jesus segue esses acontecimentos. Face a face com uma mulher adúltera e com os fariseus, ele declarou: “Eu sou a luz do mundo” (João 8.12)”.

A Magnificência da Oração – John Piper





Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog/

quinta-feira, 5 de março de 2015

Evangelismo universitário e a igreja


EvangelismoUniversitario
Embora o câmpus universitário ofereça uma excelente oportunidade para a evangelização, também pode ser desafiador ultrapassar o abismo entre a igreja local e o câmpus universitário.
Os câmpus universitários muitas vezes parecem “uma cidade dentro de uma cidade”. Eles têm sua própria cultura, seus próprios calendários, sua própria (e estreita) demografia. Enquanto muitas pessoas estão em casa escovando os dentes e se preparando para dormir, estudantes universitários podem estar pensando que esteja na hora de pedir uma pizza e começar a trabalhar em um artigo científico de dez páginas. Quando comecei o ministério no câmpus aos 22 anos, eu me parecia com os alunos do câmpus. Agora, aos 36 anos, eu chamo a atenção se estiver em um alojamento universitário. Por essa e tantas outras razões, há um abismo a transpor.
Apesar disso, nós queremos que as igrejas sejam capazes de influenciar o câmpus e que o câmpus esteja presente na igreja local. Mas como?
A resposta breve é que as igrejas devem buscar uma dinâmica de ministério que estabeleça um ciclo entre câmpus e igreja. À medida que a igreja impacta o câmpus universitário, o câmpus é envolvido na vida da igreja local e, então, aquela igreja prepara aqueles estudantes para caminhar com Deus e labutar pelo evangelho de volta no câmpus. Isso pode ser demonstrado no seguinte diagrama:
O CICLO
O primeiro passo decisivo ocorre da igreja para o câmpus. É preciso enviar obreiros ao câmpus para que preguem o evangelho. No mínimo, isso significa preparar estudantes universitários que sejam membros de sua igreja. Isso também pode incluir usar a equipe pastoral (pastores universitários, estagiários remunerados etc.), líderes leigos ou um ministério paraeclesiástico fiel (mas nunca em lugar da preparação dos estudantes da igreja). O objetivo é alcançar o câmpus com o evangelho por meio do envio de obreiros para um ministério focado nele. Em vez de simplesmente tentar atrairestudantes universitários com uma programação dentro da igreja, as igrejas devem focar em alcançar os câmpus por meio do envio de obreiros ao câmpus.

6 dicas para ler os Salmos devocionalmente

6DicasParaLer
1) Encontre um plano de leitura dos salmos. Seu primeiro passo é encontra um plano de leitura dos salmos. Uma rápida busca na internet pode ser tudo o que você precisa para encontrar um que te agrade. O bom de ler os salmos sucessivamente em, digamos, um mês, é que eles não são consecutivos, logo, se você não puder fazer uma ou outra leitura, você pode começar de onde parou sem precisar pular algumas partes. Você pode até mesmo ler apenas um salmo por dia e, assim, ler todos os salmos duas vezes por ano.
2) Utilize recursos que mostram Jesus nos salmos. Tão importante quanto encontra rum plano de leitura e segui-lo é encontrar recursos que mostram como os salmos apontam para a pessoa e a obra de Jesus. As razões por que isso é tão importante é porque os autores do Novo Testamento enxergavam os salmos como material crucial para o entendimento de quem Jesus era e o que ele veio fazer. Há, aproximadamente, 147 referências diretas aos salmos no Novo Testamento. Há quase tantas citações de salmos no Novo Testamento quanto há salmos no saltério! Os salmos são fundamentalmente messiânicos.
3) Marque sua cópia dos salmos. Se há um livro da Bíblia que merece uma boa dose de marcação ou sublinhados, é o livro dos Salmos. Por que não conectar a sugestão anterior com essa e marcar todas as 147 referências do Novo Testamento a eles?
4) Ore os salmos. Isso é chave. Os salmos são, fundamentalmente, orações cantadas. Você pode não ser um cantor de salmos (veja o próximo ponto), mas você, definitivamente, deveria ser um orador de salmos. Conforme você lê os salmos, leia-os em voz alta, parafraseando como sendo suas próprias orações. Fazer isso, com o tempo, te ajudará a desenvolver uma vida de oração saudável que utiliza temas e vocabulário da própria Bíblia.
5) Cante os Salmos. Isso é um pouco mais difícil se a sua igreja não faz isso ou você não é muito musical. Mas também é possível encontrar alguns bons recursos na internet para te ajudar a fazê-lo.
6) Leia os Salmos com outros. Por último, ler os salmos com outras pessoas te dá uma perspectiva mais profunda, conforme vocês discutem o que estão aprendendo. Se você encontrou um bom plano de leitura, por que não convidar um amigo para fazê-lo junto com você? Saber que outros estão lendo os mesmos salmos ao mesmo tempo ou nos mesmos dias pode ser uma prática única e edificante.




Os Crentes Devem Sentir-se Culpados o Tempo Todo?


OsCrentesDevemSentirSe
Imagino que existem inúmeros crentes que raramente sentem o aguilhão da consciência ou as tristezas do arrependimento. Mas também conheço muitos, muitos crentes (incluindo eu mesmo) que facilmente se sentem infelizes por coisas que não fazem ou fazem-nas menos do que perfeitamente. De fato, estou convencido de que a maioria dos cristãos sérios vivem quase constantemente com um baixo senso de culpa.

Como nos sentimos culpados? Deixe enumerar algumas maneiras.
  • Poderíamos orar mais.
  • Não somos bastante ousados em evangelizar.
  • Gostamos demais de esportes.
  • Assistimos freqüentemente a filmes e à televisão.
  • Nosso tempo devocional é curto e esporádico.
  • Não contribuímos de modo suficiente.
  • Compramos um novo móvel.
  • Não lemos muito para nossos filhos.
  • Nosso filhos comem Cheetos e batatas fritas.
  • Reciclamos pouco.
  • Precisamos perder alguns quilos.
  • Poderíamos usar melhor nosso tempo.
  • Poderíamos viver em um lugar mais difícil ou em uma casa menor.
O que fazemos por trás de todos esses cenários de culpa? Não sentimos aquele tipo de remorso paralisante por causa dessas coisas. Mas essas imperfeições podem ter um efeito cumulativo pelo qual até o crente maduro pode sentir-se como alguém que está desapontado a Deus e, talvez, um mero cristão.
Eis a parte delicada: às vezes devemos nos sentir culpados, porque às vezes somos culpados de pecado. Além disso, a complacência na vida cristã é um perigo real, especialmente na América.

“Deus escolheu a sua própria família” – Charles Spurgeon



DeusEscolheuASuaO texto a seguir é um trecho do sermão pregado por Charles H. Spurgeon, no dia 2 de setembro de 1855, na Capela New Park Street em Southwark, Inglaterra:
As grandes verdades sempre se encontram na Bíblia, exclusivamente na Bíblia. Vocês não acreditam em qualquer outro livro além da Bíblia, acreditam? Se eu pudesse provar aquilo que afirmo, com base em todos os livros da cristandade; se eu pudesse voltar no tempo e achar provas na biblioteca de Alexandria, mesmo assim vocês não acreditariam nesta doutrina mais do que antes; mas por certo vocês darão crédito ao que diz a Palavra de Deus.
Selecionei alguns poucos textos para serem lidos a vocês. Quando temo que vocês possam desconfiar de alguma verdade, gosto de apresentar uma série inteira de passagens da Bíblia, a fim de que vocês se sintam por demais impressionados para duvidarem, se porventura realmente não acreditam em tal verdade. Tão-somente permitam-me examinar uma série de trechos bíblicos, onde os crentes são chamados de eleitos. Naturalmente, se as pessoas estão sendo chamadas de eleitas, não se pode duvidar que deve haver uma eleição. Se Jesus Cristo e os Seus apóstolos estavam acostumados a designar os discípulos pelo título de eleitos, então certamente devemos crer que é isso que eles são, porque, de outra maneira, tal vocábulo não significaria coisa nenhuma.
Jesus Cristo declarou: “Não tivesse o Senhor abreviado aqueles dias, e ninguém se salvaria; mas, por causa dos eleitos que ele escolheu, abreviou tais dias”. E também: “…pois surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos”. E ainda: “E ele enviará os anjos e reunirá os seus escolhidos dos quatro ventos, da extremidade da terra até a extremidade do céu” (Marcos 13:20, 22 e 27). “Não fará Deus justiça aosseus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?” (Lucas 18:7). Juntamente com esses, muitos outros trechos bíblicos poderiam ser selecionados, onde aparecem palavras como “eleitos”, “escolhidos”, “conhecidos de antemão” ou “destinados”, ou então onde aparece alguma expressão como “minhas ovelhas”, ou alguma designação similar, demonstrando que o povo de Cristo é distinguido do resto da humanidade.