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Sejam Bem Vindos

Sejam Super Bem Vindos

Que a Paz do Senhor Jesus estejam com vocês.Fiquem a vontade de ler as postagens e dar seus comentários,opiniões. Espero que você goste e seja agraciado com cada mensagem.O Blog em si é meu,mas tudo que tenho é de Deus e pra Deus.

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32)

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3 : 16)

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Compartilhando o Evangelho com um Amigo Homossexual


Josh sempre soube que ele era diferente. Desde suas memórias mais antigas, ele olhava para alguns meninos como mais do que apenas colegas. Seus pais sabiam que ele era “especial”, mas o amavam por isso. Ele aprendeu a usar uma máscara e fazer o papel de criança “normal” até se formar no Ensino Médio.Na faculdade, Josh decidiu que era hora de ser quem ele realmente era. Ele fez amizade com outros homossexuais e se lançou em descobertas sexuais. Josh encontrou um refúgio em sua comunidade gay e desenvolveu laços que foram muito além de aventuras sexuais. Embora seus pais tenham se distanciado e seus antigos amigos tenham passado a ignorá-lo, Josh sentiu que estava finalmente livre em sua nova identidade como um homem gay.

Josh não é uma caricatura. Suas experiências e sua história são verdadeiras, e elas são comuns.
E se Josh fosse o seu vizinho, ou seu colega de trabalho, ou o seu filho? Como você apresentaria o evangelho para ele? Como você contaria a ele a respeito do perdão de pecados, da comunidade de crentes e da verdadeira identidade em Jesus?
Em certo sentido, nós presumiríamos que de fato não existe diferença na maneira como apresentaríamos a Josh as boas novas em relação a qualquer outra pessoa. Só porque Josh sente atração sexual por pessoas do mesmo gênero, isso não o torna fundamentalmente diferente de ninguém.
Para muitos dos meus amigos cristãos que amam Jesus e lutam contra a mesma atração homossexual, a beleza do evangelho é que ele aborda cada área de suas vidas e não apenas uma expressão somente da queda. Todos nós que somos crentes sabemos disso. Quer tenhamos sido ateus, mentirosos, muçulmanos ou hipócritas frequentadores de igreja, não existe um evangelho mágico apenas para o “nosso pecado”. Aos pés da cruz todos nós somos igualmente necessitados da maravilhosa graça de Deus.

O Testemunho Interno do Espírito


Com esse artigo, queríamos deixar claro que a Bíblia é o livro do Espírito Santo. Ele está envolvido não apenas na inspiração da Escritura, mas também é testemunha da veracidade da escritura. Isso é o que chamamos de “testemunho interno” do Espírito Santo. Em outras palavras, o Espírito Santo fornece um testemunho que acontece dentro de nós — ele testifica ao nosso espírito que a Bíblia é a palavra de Deus. Assim como o Espírito testifica ao nosso espírito que somos filhos de Deus (Rm 8.16), ele nos dá certeza da sagrada verdade de sua Palavra.

Apesar de sua importância, o testemunho interno do Espírito está sujeito a equívocos. Um desses equívocos diz respeito a como nós defendemos a veracidade da Bíblia. Precisamos fornecer uma apologética— uma defesa — para a sagrada Escritura que se baseie em evidências da arqueologia e da história, na demonstração da coerência interna da Bíblia e em argumentação lógica? Alguns interpretam de forma errada a doutrina do testemunho interno dizendo que a apresentação de evidências para a veracidade da Bíblia é desnecessária e até mesmo contraprodutiva. Tudo o que precisamos é descansar no fato de que o Espírito Santo nos diz que a Bíblia é a Palavra de Deus tanto em declarações bíblicas diretas quanto em sua obra interna de confirmar a veracidade da Escritura.
Aqueles que defendem essa posição geralmente querem salientar que a autoridade da Palavra de Deus depende do próprio Deus e creem que sujeitar a sua Palavra à prova empírica é fazer a veracidade da Bíblia depender da nossa própria capacidade de avaliar suas reivindicações a respeito da verdade. Em certo nível, essa preocupação é louvável. A autoridade da Escritura depende do fato dela própria ser a revelação de Deus, acima de quem não há autoridade maior. Mas quando estamos falando de prova para a veracidade da Escritura, não estamos falando sobre a autoridade da Palavra de Deus, mas de como nós sabemos quais livros, que reivindicam ser a Palavra de Deus, vieram, de fato, dele. Aqui, a experiência subjetiva não pode ser o nosso único tribunal de apelação. Nós precisamos de algum tipo de testemunho objetivo para determinar se a Bíblia, o Alcorão ou o Bhagavad-Gita é a Palavra de Deus, porque todos eles reivindicam ser a Palavra de Deus.

Como Evangelizar seus Colegas de Trabalho?


Conforme cresce a oposição cultural ao cristianismo, qual é o efeito disso no evangelismo que você faz no trabalho? Você está mais fiel ou mais temeroso?Você dificilmente poderia ser culpado por estar mais temeroso. O rápido avanço do liberalismo social e das políticas de recursos humanos promovendo “tolerância” no local de trabalho apenas exacerbam os dois medos que comumente citamos para o não compartilhamento do evangelho com nossos colegas de trabalho: medo de má reputação e medo de repercussões na carreira, como perda de emprego ou estagnação da carreira.

O evangelismo sempre foi difícil. Se existe qualquer coisa nova a respeito dos nossos desafios de hoje é quão fortalecida a oposição parece estar. Não cristãos costumavam dizer “cada um na sua”. Agora eles estão mais propensos a nos acusar de estupidez (“Sério, você não acredita na evolução?”) ou de fanatismo intolerante (“Como você ousa dizer que homossexualismo é um pecado?”). Empregadores cada vez mais pesquisam nas mídias sociais sobre a vida dos candidatos ou empregados antes de tomarem decisões de contratação ou promoção. Há quanto tempo empresas que temem assédio moral e discriminação no ambiente de trabalho trocam o cristão mais visível por alguém menos notável?
Apesar de tudo isso, eu sou muito grato pelos irmãos que temeram mais a Deus do que ao homem e compartilharam o evangelho comigo. Minha própria fé é fruto do evangelismo no local de trabalho.
Perdido e achado no local de trabalho
Doze anos trás, eu era um pesquisador em uma firma de consultoria de médio porte em Washington, DC. Eu era um hindu autoconfiante, autossuficiente e profissionalmente próspero. Você não diria que eu era espiritualmente inseguro. Francamente, eu não sabia que eu era espiritualmente inseguro. Eu realmente não era um cara que estava me esforçando para buscar Cristo.
Entra meu colega cristão, Hunter. Bem conhecido e querido no escritório, Hunter era um vendedor de alto desempenho com uma gama de interesses. Alguém me disse: “Ele é cristão, sabia?” Nenhum de nós sabia por certo o que isso significava, mas ambos acreditávamos que isso era relevante o suficiente para acrescentarmos um tendencioso “Hum...”.

5 Maneiras de abençoar o seu local de trabalho


5ManeirasDeAbencoarOSeuLocalDeTrabalho
O mundo corporativo apresenta uma capa singular de profissionalismo, ética e propriedade. Mas na realidade, a essência do dia-a-dia em um trabalho corporativo pode ser bastante desafiadora. Há milhares de enigmas morais que surgem em um escritório. Encaramos tentações de fofocar e nos juntarmos a conversas maliciosas quando outros não estão presentes. Muitos encaram dificuldades com o sexo oposto. O desafio dos cristãos é representar bem o evangelho em qualquer emprego.
Então como representamos bem a Jesus no local de trabalho? Eis aqui cinco maneiras de agraciar seu local de trabalho.
1. Seja corajoso, mas inteligente. Considere a coragem de Paulo diante de Félix em Atos 24 ou as palavras de Jesus sobre ser trazidos diante de governantes e reis em Mateus 10. Mesmo que estejamos trabalhando, nunca estamos isentos do chamado em nossas vidas de valorizá-lo. Contudo, devemos ser inteligentes e sempre lembrar de passagens como 1 Pedro 2.13: “Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor”. No trabalho, estamos sujeitos aos nossos chefes e ao líder ou líderes da empresa. Então seja corajoso, mas lembre-se sempre de onde você está.
2. Assuma riscos. Eu sei que este ponto, de alguma maneira, contradiz o anterior; mas a vida cristã repousa nessa tensão entre o risco e a prudência. Dê passos em amizades profissionais para falar de Jesus. Eu sou um evangelista relacional, o que significa que eu gosto de estabelecer algum tipo de amizade e depois falar de Jesus. Eu raramente sou aquele cara que diz: “posso te apresentar Jesus?” Minha tentação é a de nunca, de fato, falar de Jesus ou de fazê-lo de maneiras abrandadas. Arrisque uma amizade, arrisque uma promoção, arrisque “não se encaixar”, ou até mesmo arrisque o seu emprego se Deus o chamar para fazer tal sacrifício. É claro que não queremos ser temerários só por ser temerário.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

A Prática da Verdade


marca_dagua_bannersNo que diz respeito ao primeiro dos princípios sobre os quais falamos no início do Apêndice B, “a completa posição doutrinária do cristianismo histórico deve ser claramente mantida”, parece-me que o problema central da ortodoxia evangélica na metade do séc. XX é o problema da prática deste princípio. Isso é desta forma especialmente quando nós levamos em conta a mentalidade espiritual e intelectual que é dominante em nosso século . Qualquer consideração sobre métodos ou programas deve ser secundária para uma reflexão desse problema central.
Se uma ênfase clara e inequívoca na verdade, no sentido de antítese , é removida, duas coisas ocorrem: Primeiramente, o Cristianismo como Cristianismo na próxima geração é enfraquecido; e segundo, nós estaremos nos comunicando apenas com a aquela parte que está diminuindo na comunidade que ainda pensa em termos do antigo conceito de verdade. Nós não estamos minimizando a obra do Espírito Santo. Nós deveríamos nos lembrar, no entanto, que nossa responsabilidade é que nos comuniquemos de tal forma que aqueles que ouvem o evangelho possam entendê-lo. Se nós não nos comunicarmos claramente na base de antítise, muitos irão reagir às suas próprias interpretações do evangelho, nas suas próprias formas relativistas de pensamento, incluindo um conceito de sentimento de culpa psicológico ao invés da verdadeira culpa moral diante do santo, Deus vivo. Se eles responderem desta forma, não entenderam o evangelho; ainda estão perdidos e nós falhamos em nossa tarefa de pregar e comunicar o evangelho à nossa geração.

Cristo é Relevante para Todo o Mundo


Tenho ficado fascinado com aqueles momentos na vida de Jesus em que o véu de sua carne humana deu espaço à visão de sua glória refulgente como o Filho de Deus. Como deve ter sido ser um de seus discípulos e tê-lo conhecido como um homem, e então ver com clareza sua deidade em um encontro de luz ofuscante? O mais espetacular desses encontros foi a sua transfiguração, aquele momento em que o seu esplendor transcendente paralisou Pedro, Tiago e João com temor (Mt 17.1-13). Tudo o que eles queriam naquele momento era se banhar na glória de Jesus para sempre — então foi isso o que eles pediram.
Sempre me chocou o fato de Jesus ter dito não para aquele pedido. Em vez disso, Jesus desceu do Monte da Transfiguração com seus discípulos e voltou para o mundo. A volta de Jesus para o mundo tem servido de modelo para o ministério da igreja até os dias de hoje. Quando Cristo chama pessoas para o seu reino, ele não as tira do mundo para sempre. Ele as envia de volta com o evangelho.
Jesus fez isso com os Apóstolos logo após a sua ressurreição. Ele chegou ao cenáculo, onde eles estavam se escondendo temerosos, e disse que eles deveriam esperar que o Espírito fosse derramado. Mas quando isso acontecesse, não deveria haver mais espera. Uma vez que viesse o Espírito, eles tinham que sair para o mundo (Lc 24.36-49). E foi isso o que eles fizeram. Os Apóstolos chegaram até a praça com a autoridade de Cristo e transtornaram o mundo.

sábado, 5 de julho de 2014

A Primeira e a Segunda Ressurreição

thumbnailEm uma segunda perspectiva sobre os “mil anos”, após a prisão de Satanás, João viu tronos e os juízes que os ocuparam, as almas daqueles que haviam sido decapitados por terem sido fiéis a Jesus (Ap 20.4-6). Essas almas “viveram” e reinaram com Cristo por mil anos. A vinda deles à vida é “a primeira ressurreição”, e isso mostra que “a segunda morte” — o tormento eterno que aguarda os inimigos de Deus (19.20; 20.10, 14-15) — não tem poder sobre eles.
Alguns pré-milenistas interpretam “a primeira ressurreição” como a ressurreição corporal dos crentes na segunda vinda de Cristo (veja 1Ts 4.13-17; 1Co 15.20-23). Embora João não mencione uma “segunda ressurreição”, os pré-milenistas creem que uma subsequente ressurreição corporal dos incrédulos fica implícita na declaração: “Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos” (Ap 20.5). Nessa visão pré-milenista do futuro, portanto, há duas ressurreições corporais separadas por mil anos. Os cristãos receberão seus corpos ressurretos na gloriosa volta de Jesus dos céus, e nesse estado ressurreto, eles partilharão do domínio de Jesus sobre uma terra muito melhor se comparada à atual, mas não purificada do pecado. Então, séculos mais tarde, as almas não-cristãs serão restauradas à existência corpórea para encarar o julgamento final. Para determinar o mérito dessa visão, examinaremos o texto mais além.
Se nos aproximarmos dessa visão do ponto de vista das figuras que aparecem no Antigo Testamento que convergem no Apocalipse, outra mensagem emerge. Note que João vê tronos antes que ele vislumbre qualquer pessoa sentada neles. Essa ordem ecoa a visão de Deus entronizado quando João foi convocado “em espírito” aos céus (4.1-2; veja 20.11). Isso também remete a uma visão na qual Daniel vê tronos, depois o Ancião de Dias e depois o tribunal de Deus assentado em julgamento (Dn 7.9-10). Esses ecos não são coincidência. Eles mostram a localidade celestial desse tribunal e seus tronos. Aqueles que reinam com Cristo por mil anos o fazem nos céus, não na terra.

Reinando com Cristo

Um dos principais temas do livro de Apocalipse é o paradoxo da vida cristã. Os crentes estão unidos a Cristo, o Cordeiro que foi morto mas agora reina como o Leão da tribo de Judá (Ap 5-6), e são “mais do que vencedores”, mesmo quando experimentam provação, perseguição e martírio pelo seu testemunho acerca de Jesus Cristo. G.K. Chesterton certa vez comentou que um paradoxo é “a verdade de cabeça para baixo para chamar a nossa atenção”. A descrição do reino dos crentes com Cristo por mil anos em Apocalipse 20.4-6 é um caso de tal paradoxo. Nada pode separar o crente do amor de Deus em Cristo Jesus. Mesmo diante da morte, os crentes vivem e reinam com Cristo.
Onde estão os santos que João vê?
Após descrever a prisão de Satanás nos versículos 1-3, a visão de Apocalipse 20 muda seu ângulo para focar-se em uma cena na qual o apóstolo João vê os santos, aqueles que participam da “primeira ressurreição”, reinando com Cristo durante o período do milênio:
Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos. [...] Sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos. (vv. 4-6)