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Sejam Bem Vindos

Sejam Super Bem Vindos

Que a Paz do Senhor Jesus estejam com vocês.Fiquem a vontade de ler as postagens e dar seus comentários,opiniões. Espero que você goste e seja agraciado com cada mensagem.O Blog em si é meu,mas tudo que tenho é de Deus e pra Deus.

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32)

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3 : 16)

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Você se preocupa com o inferno?

R. C. Sproul Jr.
Nós somos pechincheiros inveterados. Somos adeptos da arte de barganhar. Romanos 1 nos ensina que, em nossa condição caída, todos nós negamos o Deus que sabemos existir. Nós sabemos que somos culpados diante dele, mas nós suprimimos essa verdade pela injustiça. Todavia, nós não queremos ser completa e definitivamente egoístas, absolutamente desenfreados. Então, nós nos sujeitamos a diversas criaturas, deuses que nós mesmos criamos. Nós estamos dispostos a ter alguém que chamemos de Deus, desde que isso mantenha o Deus vivo em xeque. Estamos dispostos a admitir alguma medida de culpa – “ninguém é perfeito” – a fim de evitarmos penetrar na plenitude da nossa perversidade. E estamos dispostos a temer alguns inconvenientes menores, desde que isso nos mantenha longe do terror.
Quando Jesus pregou o seu Sermão do Monte, ele tratou a sua audiência como se composta de crentes. Ele disse aos que estavam reunidos que eles eram a luz do mundo e o sal que preserva o mundo. Os descrentes, contudo, não deixaram de ser abordados. Ao ordenar que os crentes deixassem de lado seus ínfimos temores e abraçassem uma paixão resoluta pelo reino de Deus, ao repreender os que estavam ajuntados por se preocuparem com o que haveriam de comer e o que haveriam de vestir, ele disse: “Porque os gentios é que procuram todas estas coisas” (Mateus 6.32).

A realidade do inferno

John MacArthur
Inferno-ARealidadeDoInfernoDe acordo com pesquisas recentes, 81% dos americanos adultos acreditam no céu, e 80% esperam ir para lá quando morrerem. Em comparação, cerca de 61% acredita no inferno, mas menos de 1% pensa que é provável que ele irá para lá. Em outras palavras, uma pequena maioria de americanos ainda acredita que o inferno existe, mas o medo genuíno do inferno é quase inexistente.
Mesmo os evangélicos mais conservadores não parecem mais levar o inferno muito a sério. Durante décadas, muitos evangélicos têm minimizado verdades bíblicas inconvenientes, negligenciando qualquer tema que pareça exigir sombria reflexão. Doutrinas como a depravação humana, a ira divina, a excessiva pecaminosidade e a realidade do julgamento eterno desapareceram da mensagem evangélica.
A tendência não escapou da atenção de todos. Trinta anos atrás, por exemplo, Martin Marty, historiador religioso, professor na Escola de Divindade da Universidade de Chicago e crítico de tudo o que é evangélico, discursou sobre o tema imortalidade em sua palestra na Escola de Divindade de Harvard. O título de sua mensagem foi “O Inferno Desapareceu. Ninguém Notou”. A pesquisa de Marty não conseguiu encontrar nem sequer um artigo acadêmico que lidasse com o tema do inferno em nenhuma publicação teológica importante do último século. Mencionando a escassez de atenção sendo dada a um tópico tão amplo, Marty sugeriu que se os evangélicos realmente levassem a sério o que a Escritura diz a respeito da punição eterna, alguém de renome deveria notar.

Que Diferença a Suficiência das Escrituras Faz na Sua Vida?




QueDiferencaASuficienciaPrimamos muito pela doutrina da suficiência das Escrituras. Mas, que diferença faz a suficiência das Escrituras na sua vida cristã? Deixe-me propor quatro maneiras que deveriam fazer uma enorme diferença.

Primeiro, com a suficiência das Escrituras mantemos a tradição em seu lugar. A tradição certamente tem um lugar na compreensão da palavra de Deus e na formulação da convicções doutrinárias da Igreja. A diversidade mais facilmente esquecida hoje é a diversidade dos mortos. Devemos aprender com os grandes mestres que vieram antes de nós.Devemos permanecer firmes sobre os credos ecumênicos da igreja. E, para aqueles de nós em tradições confessionais – como luteranos, anglicanos, presbiterianos e reformados – temos que nos comprometer a apoiar nossos padrões confessionais de forma séria, cuidadosa e com integridade. Mas mesmo esses grandes credos, catecismos e confissões são valiosos apenas enquanto resumem o que é ensinado nasEscrituras. Nenhum texto secundário e feito pelo homem pode substituir ou ser autorizado a subverter a nossa lealdade e conhecimento da Bíblia.

A suficiência das Escrituras fortalece o grito da Reforma de sola Scriptura, ou “Somente a Escritura”. Isso não significa que devemos tentar abordar a Bíblia sem a ajuda de bons professores, recursos escolares e fórmulas doutrinárias testadas. “Somente” não significa “por si só” (nuda Scriptura), mas que a Escritura somente é a autoridade final. Tudo deve ser testado contra a palavra de Deus. A tradição não tem um papel de igualdade com a Bíblia em saber a verdade. Em vez disso, a tradição tem um papel de confirmação, iluminação e apoio. Não podemos aceitar inovações doutrinárias, como a infalibilidade papal, o purgatório, a concepção imaculada ou a veneração de Maria, porque essas doutrinas não podem ser encontradas na Palavra de Deus e contradizem o que é revelado nas Escrituras. Embora possamos respeitar os nossos amigos católicos e ser gratos por muitos aspectos da sua fé e testemunho social, não devemos vacilar em nossa fidelidade à sola Scriptura. Está implícito na compreensão bíblica da sua própria suficiência.

Um verdadeiro cristão pode perder a sua salvação?

R. C. Sproul
UmVerdadeiroCristaoPodePerderNós podemos viver em uma cultura a qual crê que todos serão salvos, que nós somos “justificados pela morte” e que tudo de que você precisa para ir para o céu é morrer, mas a Palavra de Deus certamente não dos dá o luxo de crer nisso. Qualquer leitura rápida e honesta do Novo Testamento mostra que os apóstolos estavam convencidos de que ninguém pode ir para o céu a menos que creia somente em Cristo para a sua salvação (João 14.6; Romanos 10.9-10).
Historicamente, os cristãos evangélicos têm largamente concordado sobre esse ponto. Onde eles diferem tem sido na questão da segurança da salvação. Pessoas que concordariam que apenas aqueles que confiam em Jesus serão salvos têm, por outro lado, discordado acerca de se alguém que verdadeiramente crê em Cristo pode perder a sua salvação.
Teologicamente falando, o que estamos discutindo aqui é o conceito de apostasia. Esse termo vem de uma palavra grega que significa “estar longe de”. Quando falamos sobre aqueles que se tornaram apóstatas ou que cometeram apostasia, estamos falando daqueles que caíram da fé ou, no mínimo, da profissão de fé em Cristo que eles um dia fizeram.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Inversão de autoridade ou quem é que manda aqui?

         Por Pr. Silas Figueira


Por que me chamais Senhor, Senhor e não fazeis o que vos mando? Lc 6.46

Estamos vivendo uma grande crise, seja na igreja, em nossos lares, na sociedade e esta crise se chama “Crise de Autoridade”. E esta crise não vem de hoje, mas de muito tempo. O texto de Lucas 6.46 nos diz que o Senhor Jesus estava mostrando essa crise. As pessoas o chamavam de Senhor, e Ele o é, no entanto não faziam o que Ele mandava. E já que os homens não se sujeitam a autoridade divina, automaticamente não se sujeitarão as autoridades constituídas também. Seja ela a dos pais e as da sociedade. Estamos vivendo uma época onde encontramos muitos “caciques, mas poucos índios”.

Mas nessa crise alguém tem que mandar, pois mesmo diante de uma crise de autoridade sempre haverá um líder. E o que temos visto é que estamos vivendo uma Inversão de Valores em relação à autoridade constituída por Deus. As pessoas estão querendo mandar quando na verdade deveriam obedecer, estão querendo revindicar seus direitos quando na verdade não tem direito algum ou pelo menos não o que exigem. Tudo isso começou com Satanás e ele por sua vez tem posto essa ideia fixa na cabeça das pessoas. Começou com Adão e Eva e chegando até nós hoje e, infelizmente, continuará até a volta de Jesus. Mas eu quero pensar com você sobre essa crise dentro de nossas igrejas.

A onipotência de Deus e o "dilema da pedra"


       Por Rafael de Lima



É provável que alguma vez na vida você já tenha se deparado, ou vá se deparar, com a seguinte indagação: "Deus pode fazer uma pedra tão pesada que Ele mesmo não possa movê-la?". Essa pergunta tem sido feita por céticos que se acham muito espertos e que tentam, com ela, embaraçar e constranger os cristãos. A ideia é colocar em xeque o atributo da onipotência de Deus e, posteriormente, questionar a sua existência.

De fato, a pergunta soa como um dilema, visto que, se a resposta para o questionamento é que Deus pode criar a pedra, Ele não poderá movê-la, caso Ele não possa criá-la, da mesma forma haverá algo que Ele não pode fazer.

Vejamos porque este é um falso dilema que falha tanto teologicamente quanto logicamente.

Porque não acredito em pregações de autoajuda

                                                                             Por Renato Vargens



Lamentavelmente, do Oiaopoque ao Chuí o que mais vemos são pregadores despreparados assumindo os púlpitos de suas igrejas. Na verdade, ouso afirmar que encontrar um bom pregador cuja teologia seja saudável é quase uma missão hercúlea. Confesso que estou cansado de ouvir pregações vazias, superficiais, materialistas, humanistas e triunfalistas, de gente que contraria totalmente o ensino bíblico.

Infelizmente o que mais se ouve em nossos púlpitos é “você vai obter vitória”, “Você é um vencedor”, “tome posse da bênção”, “Use a palavra para trazer à existência as coisas que não existem”, “determine, decrete, diga para o irmão que está ao seu lado e bla, blá, blá…”

Para piorar a situação, nossos púlpitos estão repletos de pregadores que abandonaram a exposição das Escrituras em detrimento a técnicas de auto-ajuda. Nessa perspectiva,  tenho sido testemunha de inúmeras pregações cujo foco final é a satisfação humana. Aliás, por acaso você já percebeu que boa parte dos pastores tem dado forte ênfase a técnicas de psicologia e psicanálise em suas homilias? Pois é, a impressão que tenho é que alguns pregadores se tornaram psicólogos, mestres de auto-ajuda, afagadores do ego.Diante do exposto gostaria de elencar algumas razões porque não acredito em pregadores e pregações de autoajuda:

5 Motivos Por Que Você Deve Pregar Sobre a Ira de Deus

Steven J. Lawson

O reformador de Genebra João Calvino disse: “A pregação é a exposição pública da Escritura pelo homem enviado de Deus, na qual o próprio Deus está presente em juízo e em graça”. O fiel ministério do púlpito requer a declaração tanto do juízo como da graça. A Palavra de Deus é uma espada afiada de dois gumes, que suaviza e endurece, conforta e aflige, salva e condena.
A pregação da ira divina serve como um pano de fundo negro, que faz o diamante da misericórdia de Deus brilhar mais do que dez mil sóis. É sobre a tela escura da ira divina que o esplendor da sua graça salvadora irradia mais plenamente. Pregar a ira de Deus exibe do modo mais resplandecente a sua graciosa misericórdia para com os pecadores.
Como trombeteiros sobre a muralha do castelo, que anunciam a vinda de uma catástrofe, os pregadores devem proclamar todo o conselho de Deus. Aqueles que ocupam os púlpitos devem pregar por inteiro o corpo de verdade das Escrituras, o que inclui tanto a ira soberana quanto o supremo amor. s não podem pegar e escolher o que querem pregar. Abordar a ira de Deus nunca é algo opcional para um pregador fiel – é um mandato divino.