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Sejam Bem Vindos

Sejam Super Bem Vindos

Que a Paz do Senhor Jesus estejam com vocês.Fiquem a vontade de ler as postagens e dar seus comentários,opiniões. Espero que você goste e seja agraciado com cada mensagem.O Blog em si é meu,mas tudo que tenho é de Deus e pra Deus.

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32)

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3 : 16)

domingo, 31 de maio de 2015

Devo me casar com alguém por causa de beleza exterior?







Aquele que não ama a seu irmão, não pode amar a Deus




AqueleQueNaoAmaASeuIrmao
Agora, precisamos examinar nossa vida à luz dessas verdades. Amamos o povo de Deus e com isso demonstramos a realidade de nossa fé? Nosso amor é base de atitudes e emoções escondidas que não podem ser provadas ou é demonstrado por evidências reais, práticas e discerníveis, tais como palavras, atitudes e ações? Para nos auxiliar em ver onde estamos nesta questão de suma importância, as seguintes perguntas podem nos ajudar.
Primeiro, de quem é a companhia em que você tem maior prazer? Você busca comunhão com outros crentes e se deleita em conversas sobre Cristo? Ou prefere a companhia do mundo e raramente fala sobre as coisas de Deus? Quando foi a última vez em que você esteve com outros crentes com a única intenção de estar com eles e exaltar a Cristo? Devemos cuidar de como respondemos a essa pergunta, reconhecendo que muito do que se chama de comunhão cristã tem pouco a ver com Cristo.
Segundo, você se identifica publicamente com Cristo e seu povo? Ou se envergonha do escândalo envolto nos que confessam a Jesus como Senhor e procuram viver em submissão a sua Palavra? Os seus colegas descrentes identificam você como sendo um “desses cristãos”? Ou você está tão alinhado ao mundo e conformado à sua imagem que uma acusação dessas raramente, ou nunca, seria feita contra você? Você se coloca entre o povo de Deus como um espetáculo ao mundo, que se considera sofisticado demais para aceitar nossas ilusões religiosas?[1] Ou se distancia da igreja como uma pessoa se distancia do parente próximo do qual está envergonhado? Você consegue se identificar com Moisés, que “recusou ser chamado filho da filha de Faraó, preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado” (Hebreus 11.24–25)?

Simultaneamente Justo e Pecador












O Novo Mandamento de Cristo



ONovoMandamentoDeCristo
“Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.” (João 13.34-35)
Sem dúvida, muitos de vocês já ouviram a história do encontro do arcebispo Usher com o Sr. Rutherford. Mas ela é tão apropriada a este assunto, que não deixarei de contá-la novamente.
O arcebispo tinha ouvido sobre o maravilhoso poder da devoção de Rutherford e da beleza singular da ordem de sua casa e quis testemunhar por si mesmo. Contudo, ele não sabia como fazer isso, até que lhe ocorreu que poderia disfarçar-se como um viajante pobre. Seguindo essa idéia, ao cair da noite, ele bateu à porta do Sr. Rutherford, sendo recebido pela Sra. Rutherford. Perguntou se poderia ter abrigo para passar a noite. Ele respondeu: “Sim”, visto que costumavam receber estranhos. Ele o levou á cozinha e lhe deu algo para comer. Como parte de sua disciplina regular, a família catequizava os filhos e os empregados no sábado à noite. E, como é evidente, o homem pobre ficou entre eles na cozinha.
A Sra. Rutherford fez a todos eles algumas perguntas sobre os mandamentos. Ao homem pobre perguntou: “Quantos são os mandamentos?” Ele respondeu: “Onze”. “Ah! que coisa feia para um homem de sua idade, cujos cabelos estão grisalhos: não saber quantos são os mandamentos. Em nossa paróquia não há nenhuma criança maior de seis anos que não saiba isso”. O homem pobre nada disse em resposta, mas teve a sua refeição e foi para cama. Mais tarde ele se levantou e ouviu a oração de meia-noite de Rutherford. E ficou encantado com ela, se deu a conhecer, emprestou dele um casaco melhor e pregou por ele no domingo pela manhã, surpreendendo a Sra. Rutherford por usar estas palavras como seu texto: “Novo mandamento vos dou”. Ele começou com a observação de que isso poderia ser apropriadamente chamado de Décimo Primeiro Mandamento. Depois, o arcebispo foi embora, mas ele e Rutherford se revigoraram juntos. Esse é o Décimo Primeiro Mandamento. Na próxima vez que nos perguntarem quanto mandamentos existem, responderemos corretamente: onze.

sábado, 11 de abril de 2015

Trabalhamos para o Rei...


TrabalhamosParaOReiNão importa o que façamos, o nosso trabalho tem propósito e sentido inerentes porque o estamos realizando basicamente para o Rei. A pessoa para quem trabalhamos é mais importante do que aquilo que fazemos. O mundo nos dirá o contrário. O mundo nos dirá que a vida encontra o seu sentido no sucesso no trabalho ou que o trabalho é apenas um mal necessário para o caminho do lazer. Todas essas formas de pensamento são mentirosas. Nós realmente trabalhamos para alguém superior ao nosso chefe. Trabalhamos para Jesus. Isso é a coisa mais importante que podemos saber e lembrar a respeito do nosso trabalho. Isso é muito mais importante do que a profissão em si, independentemente de a pessoa ser uma dona de casa, um banqueiro, um funcionário político, um trabalhador da construção, um barista ou um executivo de uma corporação. Não importa o que estejamos fazendo, nós o estamos fazendo para glorificar a Jesus.
Se mantivermos essa ideia principal em mente, isso mudará a forma como pensamos a respeito do nosso trabalho e nos empenhamos nele. Por quê? Porque quando glorificar a Jesus é a nossa motivação primordial, o nosso trabalho — independentemente do que esse trabalho seja em suas particularidades — passa a ser um ato de adoração. Ficamos completamente livres do pensamento de que o nosso trabalho é sem sentido e propósito, e somos igualmente libertos do pensamento de que o nosso trabalho possui algum significado supremo. Ainda mais, descobrimos, de uma nova forma, a ligação entre o nosso trabalho e a nossa principal identidade como discípulos de Jesus. Deixamos de nos desvencilhar de nosso papel de discípulos a cada dia de trabalho. Pelo contrário, o nosso compromisso com o nosso trabalho se torna uma das principais maneiras pela qual expressamos o nosso discipulado ao nosso Senhor e o nosso amor por ele.

7 motivos para não se preocupar

7MotivosParaNaoSePreocupar

Existe um pecado que bons cristãos de classe média cometem mais do que o pecado da preocupação?
Você acorda dez minutos depois do que esperava e a ansiedade já começa a tomar conta de você: e se eu estiver atrasado? E o tráfego? Como está o clima? Você passa na frente do espelho e se preocupa que seu rosto tem mais rugas do que costumava ter. Desce as escadas correndo e, porque está com pressa, deixa seus filhos comerem qualquer coisa que queiram, e aí, então, você começa a se preocupar se o açúcar realmente causa câncer. Enquanto arruma as crianças, você se dá conta que um de seus garotos não fez o dever de casa, de novo. Você se preocupa por não saber se ele algum dia vai ter juízo e, enquanto deixa seus filhos na escola, você se preocupa com a possibilidade deles se envolverem com a galera errada ou se vão cair da escada horizontal.
Assim que chega em casa, você checa o Facebook apenas para relaxar. Lá você lê sobre quão incríveis são as crianças de todas as outras pessoas e sobre todos os fantásticos cupcakes que suas amigas fazem e você se preocupa com a possibilidade de ser um fracasso como mãe. Mais tarde, nessa mesma manhã, você sente aquela dor no seu joelho novamente. Você se preocupa com a possibilidade de ter que fazer uma cirurgia de substituição total da junta do joelho e se o seguro irá cobrir e como você irá pagar por isso e quem irá tomar conta das crianças se você estiver imobilizada por um mês. Então você se preocupa com a dor que talvez esteja um pouco pior, assim você checa todos os sites médicos e se dá conta de que você provavelmente tem um caso raro de coqueluche que se espalhou para seus membros.

A Luz do Mundo

ALuzDoMundo

“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (João 8.12)”.
Circulavam muitas opiniões sobre a pessoa de Cristo durante seu ministério público. Alguns pensavam que ele era o grande profeta escatológico (dos fins dos tempos – Jo 7.40), enquanto outros achavam que ele era realmente o Messias (Jo 7.41). Essas opiniões quase fizeram com que Jesus fosse preso por causa da desordem que elas causavam (Jo 7.41-43). Entretanto, “ninguém lhe pôs as mãos”, porque “ainda não era chegada a sua hora” (Jo 7.30, 44). O segundo “EU SOU” de Jesus segue esses acontecimentos. Face a face com uma mulher adúltera e com os fariseus, ele declarou: “Eu sou a luz do mundo” (João 8.12)”.

A Magnificência da Oração – John Piper





Fonte: http://voltemosaoevangelho.com/blog/