BannerFans.com

Sejam Bem Vindos

Sejam Super Bem Vindos

Que a Paz do Senhor Jesus estejam com vocês.Fiquem a vontade de ler as postagens e dar seus comentários,opiniões. Espero que você goste e seja agraciado com cada mensagem.O Blog em si é meu,mas tudo que tenho é de Deus e pra Deus.

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32)

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3 : 16)

segunda-feira, 21 de julho de 2014

A Prática da Verdade


marca_dagua_bannersNo que diz respeito ao primeiro dos princípios sobre os quais falamos no início do Apêndice B, “a completa posição doutrinária do cristianismo histórico deve ser claramente mantida”, parece-me que o problema central da ortodoxia evangélica na metade do séc. XX é o problema da prática deste princípio. Isso é desta forma especialmente quando nós levamos em conta a mentalidade espiritual e intelectual que é dominante em nosso século . Qualquer consideração sobre métodos ou programas deve ser secundária para uma reflexão desse problema central.
Se uma ênfase clara e inequívoca na verdade, no sentido de antítese , é removida, duas coisas ocorrem: Primeiramente, o Cristianismo como Cristianismo na próxima geração é enfraquecido; e segundo, nós estaremos nos comunicando apenas com a aquela parte que está diminuindo na comunidade que ainda pensa em termos do antigo conceito de verdade. Nós não estamos minimizando a obra do Espírito Santo. Nós deveríamos nos lembrar, no entanto, que nossa responsabilidade é que nos comuniquemos de tal forma que aqueles que ouvem o evangelho possam entendê-lo. Se nós não nos comunicarmos claramente na base de antítise, muitos irão reagir às suas próprias interpretações do evangelho, nas suas próprias formas relativistas de pensamento, incluindo um conceito de sentimento de culpa psicológico ao invés da verdadeira culpa moral diante do santo, Deus vivo. Se eles responderem desta forma, não entenderam o evangelho; ainda estão perdidos e nós falhamos em nossa tarefa de pregar e comunicar o evangelho à nossa geração.

Cristo é Relevante para Todo o Mundo


Tenho ficado fascinado com aqueles momentos na vida de Jesus em que o véu de sua carne humana deu espaço à visão de sua glória refulgente como o Filho de Deus. Como deve ter sido ser um de seus discípulos e tê-lo conhecido como um homem, e então ver com clareza sua deidade em um encontro de luz ofuscante? O mais espetacular desses encontros foi a sua transfiguração, aquele momento em que o seu esplendor transcendente paralisou Pedro, Tiago e João com temor (Mt 17.1-13). Tudo o que eles queriam naquele momento era se banhar na glória de Jesus para sempre — então foi isso o que eles pediram.
Sempre me chocou o fato de Jesus ter dito não para aquele pedido. Em vez disso, Jesus desceu do Monte da Transfiguração com seus discípulos e voltou para o mundo. A volta de Jesus para o mundo tem servido de modelo para o ministério da igreja até os dias de hoje. Quando Cristo chama pessoas para o seu reino, ele não as tira do mundo para sempre. Ele as envia de volta com o evangelho.
Jesus fez isso com os Apóstolos logo após a sua ressurreição. Ele chegou ao cenáculo, onde eles estavam se escondendo temerosos, e disse que eles deveriam esperar que o Espírito fosse derramado. Mas quando isso acontecesse, não deveria haver mais espera. Uma vez que viesse o Espírito, eles tinham que sair para o mundo (Lc 24.36-49). E foi isso o que eles fizeram. Os Apóstolos chegaram até a praça com a autoridade de Cristo e transtornaram o mundo.

sábado, 5 de julho de 2014

A Primeira e a Segunda Ressurreição

thumbnailEm uma segunda perspectiva sobre os “mil anos”, após a prisão de Satanás, João viu tronos e os juízes que os ocuparam, as almas daqueles que haviam sido decapitados por terem sido fiéis a Jesus (Ap 20.4-6). Essas almas “viveram” e reinaram com Cristo por mil anos. A vinda deles à vida é “a primeira ressurreição”, e isso mostra que “a segunda morte” — o tormento eterno que aguarda os inimigos de Deus (19.20; 20.10, 14-15) — não tem poder sobre eles.
Alguns pré-milenistas interpretam “a primeira ressurreição” como a ressurreição corporal dos crentes na segunda vinda de Cristo (veja 1Ts 4.13-17; 1Co 15.20-23). Embora João não mencione uma “segunda ressurreição”, os pré-milenistas creem que uma subsequente ressurreição corporal dos incrédulos fica implícita na declaração: “Os restantes dos mortos não reviveram até que se completassem os mil anos” (Ap 20.5). Nessa visão pré-milenista do futuro, portanto, há duas ressurreições corporais separadas por mil anos. Os cristãos receberão seus corpos ressurretos na gloriosa volta de Jesus dos céus, e nesse estado ressurreto, eles partilharão do domínio de Jesus sobre uma terra muito melhor se comparada à atual, mas não purificada do pecado. Então, séculos mais tarde, as almas não-cristãs serão restauradas à existência corpórea para encarar o julgamento final. Para determinar o mérito dessa visão, examinaremos o texto mais além.
Se nos aproximarmos dessa visão do ponto de vista das figuras que aparecem no Antigo Testamento que convergem no Apocalipse, outra mensagem emerge. Note que João vê tronos antes que ele vislumbre qualquer pessoa sentada neles. Essa ordem ecoa a visão de Deus entronizado quando João foi convocado “em espírito” aos céus (4.1-2; veja 20.11). Isso também remete a uma visão na qual Daniel vê tronos, depois o Ancião de Dias e depois o tribunal de Deus assentado em julgamento (Dn 7.9-10). Esses ecos não são coincidência. Eles mostram a localidade celestial desse tribunal e seus tronos. Aqueles que reinam com Cristo por mil anos o fazem nos céus, não na terra.

Reinando com Cristo

Um dos principais temas do livro de Apocalipse é o paradoxo da vida cristã. Os crentes estão unidos a Cristo, o Cordeiro que foi morto mas agora reina como o Leão da tribo de Judá (Ap 5-6), e são “mais do que vencedores”, mesmo quando experimentam provação, perseguição e martírio pelo seu testemunho acerca de Jesus Cristo. G.K. Chesterton certa vez comentou que um paradoxo é “a verdade de cabeça para baixo para chamar a nossa atenção”. A descrição do reino dos crentes com Cristo por mil anos em Apocalipse 20.4-6 é um caso de tal paradoxo. Nada pode separar o crente do amor de Deus em Cristo Jesus. Mesmo diante da morte, os crentes vivem e reinam com Cristo.
Onde estão os santos que João vê?
Após descrever a prisão de Satanás nos versículos 1-3, a visão de Apocalipse 20 muda seu ângulo para focar-se em uma cena na qual o apóstolo João vê os santos, aqueles que participam da “primeira ressurreição”, reinando com Cristo durante o período do milênio:
Vi também tronos, e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dada autoridade de julgar. Vi ainda as almas dos decapitados por causa do testemunho de Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta, nem tampouco a sua imagem, e não receberam a marca na fronte e na mão; e viveram e reinaram com Cristo durante mil anos. [...] Sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos. (vv. 4-6)

A vontade de Deus é que todos os cristãos sejam prósperos? (2/2)

Exemplo e Herói

Sexto, muitos dos heróis e devotos no Novo Testamento eram pobres. Jesus é o nosso principal exemplo e herói. Ele se tornou pobre para que nós pudéssemos nos tornar ricos (2Co 8.9). Ele “se esvaziou, assumindo a forma de servo” (Fp 2.7). Alguns dizem que Jesus tomou a maldição para que não precisássemos viver sob ela, e portanto, não sofreremos como ele sofreu. Mas em ambas passagens Jesus nos é apresentado como um exemplo a ser seguido. Paulo até mesmo diz que deseja ter “a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua morte” (Fp 3.10). Há uma profundidade de unidade com Cristo que experimentaremos somente quando sofrermos como ele sofreu. E para nós, união com Cristo é a maior riqueza.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Três maneiras surpreendentes de ofender o Espírito Santo


TresManeirasSurpreendentesDeOfenderO Espírito Santo é frequentemente descrito como luz. Ele brilha nos lugares sombrios do coração e nos convence do nosso pecado (Jo 16.7-11). Ele é a lâmpada que ilumina a palavra de Deus, ensinando o que é verdadeiro e apresentando a verdade como sendo preciosa (1Co 2.6-16). E o Espírito lança um holofote em Cristo para que possamos ver a sua glória e sermos mudados (Jo 16.14). É por isso que 2 Coríntios 3.18 fala de se tornar mais como Cristo ao contemplar a glória de Cristo. Assim como Moisés teve a sua face transfigurada quando viu a glória do Senhor no Monte Sinai (Êx 34.29; 2Co 3.7), assim também nós seremos transformados quando, pelo Espírito, contemplarmos a glória de Deus na face de Cristo.
O Espírito, portanto, é uma luz para nós de três maneiras: ao expor a nossa culpa, ao iluminar a palavra de Deus e ao nos mostrar Cristo. Ou, para colocar de outra maneira, como Luz Divina, o Espírito Santo trabalha para revelar o pecado, revelar a verdade e revelar a glória. Quando fechamos os nossos olhos para essa luz ou depreciamos o que deveríamos ver através do seu brilho, somos culpados de resistir ao Espírito (At 7.51), ou apaga (1Ts 5.19) ou entristece o Espírito (Ef 4.30). Pode haver pequenas nuances entre os três termos, mas todos eles falam da mesma realidade básica: recusar-se a ver e saborear o que o Espírito quer nos mostrar.

8 Passos para Lidar com Pessoas Difíceis


"Pastor Ken, eu estava aqui antes de o senhor chegar, e eu estarei aqui depois que o senhor tiver ido embora".  Um membro antigo da minha primeira igreja disse isso há mais de 40 anos, quando ela e eu tivemos uma divergência sobre a missão da igreja. Foi uma discussão amigável, mas os limites foram claramente desenhados de formas intratáveis. Embora ela não tivesse nenhum cargo, ela era o "E.F. Hutton" da igreja: quando ela falava, todos escutavam.
Não foi exatamente assim que pensei que seria o início do meu ministério pastoral, mas isso se tornou uma oportunidade para a congregação trabalhar através das diferenças teológicas. A igreja, localizada em uma comunidade costeira singular e pitoresca, onde muitos turistas passavam o verão, era uma fusão de várias igrejas ao longo do ano. Como resultado, ela representava tanto perspectivas evangélicas conservadoras quanto teologicamente liberais sobre a fé e o ministério.
No nosso desacordo sobre a missão da igreja, minha preocupação era de que a igreja mantivesse um testemunho gracioso e bíblico na comunidade, bem como adorasse o único Deus verdadeiro de uma maneira que apoiasse a verdade bíblica. A mulher queria que a igreja não fosse nada mais do que um clube social formal. Ela também queria que a igreja protegesse um grupo feminino associado à igreja que era composto, em sua maioria, por pessoas da comunidade que não eram cristãs ou membros da igreja. Esse grupo era conhecido por hospedar as melhores feiras de Natal e verão na região, mas não tinha nada a ver com Deus. A questão se complicava com o fato de que esse grupo havia levantado o dinheiro para redecorar a casa pastoral de 150 anos logo antes da minha família mudar-se para lá.

A vontade de Deus é que todos os cristãos sejam prósperos? (1/2)


AVontadeDeDeusEQueTodosOsCristaos1Cada vez mais cristãos por todo o mundo creem que a prosperidade material é um direito de todos os cristãos. Eles creem que Deus espera que eles peçam por ela e a antecipem como um cumprimento certo da sua promessa. Não há dúvidas de que tanto o Antigo quanto o Novo Testamento ensinam que o fiel será abençoado por Deus.
Mas essa bênção necessariamente sempre incluirá prosperidade material? Todos os cristãos podem ter a expectativa de se tornarem ricos? Ao olharmos para a Bíblia, tal expectativa é dissipada.
Em primeiro lugar, Paulo frequentemente mostrava que os seus sofrimentos não influenciavam negativamente sua plenitude de vida. Em suas epístolas, ele apresenta o seu próprio sofrimento como parte da evidência de que ele era abençoado e chamado por Deus (por exemplo 2Co 4.8-18; 6.3-10; 11.13-33; 12.1-10; Gl 6.17). Em determinada ocasião ele descreveu a si mesmo como pobre, “mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo” (2Co 6.10). Em Efésios, escrevendo da prisão, Paulo menciona a riqueza cinco vezes — referindo-se ao evangelho e a todos os seus tesouros. Ele próprio era um pobre prisioneiro privado de muitas necessidades humanas básicas, mas via a si mesmo como sendo rico.