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Sejam Bem Vindos

Sejam Super Bem Vindos

Que a Paz do Senhor Jesus estejam com vocês.Fiquem a vontade de ler as postagens e dar seus comentários,opiniões. Espero que você goste e seja agraciado com cada mensagem.O Blog em si é meu,mas tudo que tenho é de Deus e pra Deus.

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8 : 32)

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3 : 16)

quinta-feira, 5 de março de 2015

Evangelismo universitário e a igreja


EvangelismoUniversitario
Embora o câmpus universitário ofereça uma excelente oportunidade para a evangelização, também pode ser desafiador ultrapassar o abismo entre a igreja local e o câmpus universitário.
Os câmpus universitários muitas vezes parecem “uma cidade dentro de uma cidade”. Eles têm sua própria cultura, seus próprios calendários, sua própria (e estreita) demografia. Enquanto muitas pessoas estão em casa escovando os dentes e se preparando para dormir, estudantes universitários podem estar pensando que esteja na hora de pedir uma pizza e começar a trabalhar em um artigo científico de dez páginas. Quando comecei o ministério no câmpus aos 22 anos, eu me parecia com os alunos do câmpus. Agora, aos 36 anos, eu chamo a atenção se estiver em um alojamento universitário. Por essa e tantas outras razões, há um abismo a transpor.
Apesar disso, nós queremos que as igrejas sejam capazes de influenciar o câmpus e que o câmpus esteja presente na igreja local. Mas como?
A resposta breve é que as igrejas devem buscar uma dinâmica de ministério que estabeleça um ciclo entre câmpus e igreja. À medida que a igreja impacta o câmpus universitário, o câmpus é envolvido na vida da igreja local e, então, aquela igreja prepara aqueles estudantes para caminhar com Deus e labutar pelo evangelho de volta no câmpus. Isso pode ser demonstrado no seguinte diagrama:
O CICLO
O primeiro passo decisivo ocorre da igreja para o câmpus. É preciso enviar obreiros ao câmpus para que preguem o evangelho. No mínimo, isso significa preparar estudantes universitários que sejam membros de sua igreja. Isso também pode incluir usar a equipe pastoral (pastores universitários, estagiários remunerados etc.), líderes leigos ou um ministério paraeclesiástico fiel (mas nunca em lugar da preparação dos estudantes da igreja). O objetivo é alcançar o câmpus com o evangelho por meio do envio de obreiros para um ministério focado nele. Em vez de simplesmente tentar atrairestudantes universitários com uma programação dentro da igreja, as igrejas devem focar em alcançar os câmpus por meio do envio de obreiros ao câmpus.

6 dicas para ler os Salmos devocionalmente

6DicasParaLer
1) Encontre um plano de leitura dos salmos. Seu primeiro passo é encontra um plano de leitura dos salmos. Uma rápida busca na internet pode ser tudo o que você precisa para encontrar um que te agrade. O bom de ler os salmos sucessivamente em, digamos, um mês, é que eles não são consecutivos, logo, se você não puder fazer uma ou outra leitura, você pode começar de onde parou sem precisar pular algumas partes. Você pode até mesmo ler apenas um salmo por dia e, assim, ler todos os salmos duas vezes por ano.
2) Utilize recursos que mostram Jesus nos salmos. Tão importante quanto encontra rum plano de leitura e segui-lo é encontrar recursos que mostram como os salmos apontam para a pessoa e a obra de Jesus. As razões por que isso é tão importante é porque os autores do Novo Testamento enxergavam os salmos como material crucial para o entendimento de quem Jesus era e o que ele veio fazer. Há, aproximadamente, 147 referências diretas aos salmos no Novo Testamento. Há quase tantas citações de salmos no Novo Testamento quanto há salmos no saltério! Os salmos são fundamentalmente messiânicos.
3) Marque sua cópia dos salmos. Se há um livro da Bíblia que merece uma boa dose de marcação ou sublinhados, é o livro dos Salmos. Por que não conectar a sugestão anterior com essa e marcar todas as 147 referências do Novo Testamento a eles?
4) Ore os salmos. Isso é chave. Os salmos são, fundamentalmente, orações cantadas. Você pode não ser um cantor de salmos (veja o próximo ponto), mas você, definitivamente, deveria ser um orador de salmos. Conforme você lê os salmos, leia-os em voz alta, parafraseando como sendo suas próprias orações. Fazer isso, com o tempo, te ajudará a desenvolver uma vida de oração saudável que utiliza temas e vocabulário da própria Bíblia.
5) Cante os Salmos. Isso é um pouco mais difícil se a sua igreja não faz isso ou você não é muito musical. Mas também é possível encontrar alguns bons recursos na internet para te ajudar a fazê-lo.
6) Leia os Salmos com outros. Por último, ler os salmos com outras pessoas te dá uma perspectiva mais profunda, conforme vocês discutem o que estão aprendendo. Se você encontrou um bom plano de leitura, por que não convidar um amigo para fazê-lo junto com você? Saber que outros estão lendo os mesmos salmos ao mesmo tempo ou nos mesmos dias pode ser uma prática única e edificante.




Os Crentes Devem Sentir-se Culpados o Tempo Todo?


OsCrentesDevemSentirSe
Imagino que existem inúmeros crentes que raramente sentem o aguilhão da consciência ou as tristezas do arrependimento. Mas também conheço muitos, muitos crentes (incluindo eu mesmo) que facilmente se sentem infelizes por coisas que não fazem ou fazem-nas menos do que perfeitamente. De fato, estou convencido de que a maioria dos cristãos sérios vivem quase constantemente com um baixo senso de culpa.

Como nos sentimos culpados? Deixe enumerar algumas maneiras.
  • Poderíamos orar mais.
  • Não somos bastante ousados em evangelizar.
  • Gostamos demais de esportes.
  • Assistimos freqüentemente a filmes e à televisão.
  • Nosso tempo devocional é curto e esporádico.
  • Não contribuímos de modo suficiente.
  • Compramos um novo móvel.
  • Não lemos muito para nossos filhos.
  • Nosso filhos comem Cheetos e batatas fritas.
  • Reciclamos pouco.
  • Precisamos perder alguns quilos.
  • Poderíamos usar melhor nosso tempo.
  • Poderíamos viver em um lugar mais difícil ou em uma casa menor.
O que fazemos por trás de todos esses cenários de culpa? Não sentimos aquele tipo de remorso paralisante por causa dessas coisas. Mas essas imperfeições podem ter um efeito cumulativo pelo qual até o crente maduro pode sentir-se como alguém que está desapontado a Deus e, talvez, um mero cristão.
Eis a parte delicada: às vezes devemos nos sentir culpados, porque às vezes somos culpados de pecado. Além disso, a complacência na vida cristã é um perigo real, especialmente na América.

“Deus escolheu a sua própria família” – Charles Spurgeon



DeusEscolheuASuaO texto a seguir é um trecho do sermão pregado por Charles H. Spurgeon, no dia 2 de setembro de 1855, na Capela New Park Street em Southwark, Inglaterra:
As grandes verdades sempre se encontram na Bíblia, exclusivamente na Bíblia. Vocês não acreditam em qualquer outro livro além da Bíblia, acreditam? Se eu pudesse provar aquilo que afirmo, com base em todos os livros da cristandade; se eu pudesse voltar no tempo e achar provas na biblioteca de Alexandria, mesmo assim vocês não acreditariam nesta doutrina mais do que antes; mas por certo vocês darão crédito ao que diz a Palavra de Deus.
Selecionei alguns poucos textos para serem lidos a vocês. Quando temo que vocês possam desconfiar de alguma verdade, gosto de apresentar uma série inteira de passagens da Bíblia, a fim de que vocês se sintam por demais impressionados para duvidarem, se porventura realmente não acreditam em tal verdade. Tão-somente permitam-me examinar uma série de trechos bíblicos, onde os crentes são chamados de eleitos. Naturalmente, se as pessoas estão sendo chamadas de eleitas, não se pode duvidar que deve haver uma eleição. Se Jesus Cristo e os Seus apóstolos estavam acostumados a designar os discípulos pelo título de eleitos, então certamente devemos crer que é isso que eles são, porque, de outra maneira, tal vocábulo não significaria coisa nenhuma.
Jesus Cristo declarou: “Não tivesse o Senhor abreviado aqueles dias, e ninguém se salvaria; mas, por causa dos eleitos que ele escolheu, abreviou tais dias”. E também: “…pois surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos”. E ainda: “E ele enviará os anjos e reunirá os seus escolhidos dos quatro ventos, da extremidade da terra até a extremidade do céu” (Marcos 13:20, 22 e 27). “Não fará Deus justiça aosseus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?” (Lucas 18:7). Juntamente com esses, muitos outros trechos bíblicos poderiam ser selecionados, onde aparecem palavras como “eleitos”, “escolhidos”, “conhecidos de antemão” ou “destinados”, ou então onde aparece alguma expressão como “minhas ovelhas”, ou alguma designação similar, demonstrando que o povo de Cristo é distinguido do resto da humanidade.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Toda autoridade no céu e na terra



Roland Barnes

Quem tem autoridade para mandar em outros? O que dá a alguém o direito de mandar em alguém? Essa questão pode ser levantada em relação a todas as áreas da vida: a vida em família (pais), a vida na igreja (pastores, presbíteros), a vida civil (governantes, reis e assim por diante). Quem autoriza os pais, pastores, presbíteros e reis a governarem em suas respectivas esferas?
É digno de nota que, antes de Jesus comissionar seus discípulos em Mateus 28.18-20, ele asseverou a sua autoridade para fazê-lo. Havendo realizado a obra da redenção, ele antecipou sua ascensão e coroação, aquele ponto em que ele haveria de se assentar à destra do Pai e receber o nome que está acima de todo nome nos céus e sobre a terra (Efésios 1.20-23).
Autoridade é o direito de governar, de mandar, de exercer domínio. A palavra grega exousia, traduzida para o português como autoridadeem Mateus 28.18-20, literalmente significa “aquilo que emerge do ser”. É o direito de governar que emerge das presentes condições (estado de ser) ou da relação em que alguém se encontre. Um pai tem o direito de governar em virtude da relação ordenada por Deus que o pai tem com seu filho. Jesus tem o direito de governar em virtude do seu presente estado de ser, ou condição, como aquele que venceu o pecado, a morte e o inferno.

O Testemunho Interno do Espírito


R. C. Sproul


Há quase quarenta anos, eu fiz parte de um grupo conhecido como o Concílio Internacional de Inerrância Bíblica. Preocupado com o impacto da alta crítica liberal, nós nos reunimos para definir o que significa dizer que a Bíblia não ensina nenhum erro e para articular uma posição defensável a respeito da confiabilidade da Palavra de Deus que os cristãos pudessem usar para combater os equívocos e declarações falsas da posição histórica da igreja quanto à Bíblia. O concílio desenvolveu a Declaração de Chicago sobre a Inerrância Bíblica, que lida com muitas questões relacionadas à inspiração e à veracidade da Escritura. O artigo XVII dessa declaração afirma, em parte, que “o Espírito Santo testifica das Escrituras, dando aos crentes a certeza da veracidade da Palavra escrita de Deus”.
Com esse artigo, queríamos deixar claro que a Bíblia é o livro do Espírito Santo. Ele está envolvido não apenas na inspiração da Escritura, mas também é testemunha da veracidade da escritura. Isso é o que chamamos de “testemunho interno” do Espírito Santo. Em outras palavras, o Espírito Santo fornece um testemunho que acontece dentro de nós — ele testifica ao nosso espírito que a Bíblia é a palavra de Deus. Assim como o Espírito testifica ao nosso espírito que somos filhos de Deus (Rm 8.16), ele nos dá certeza da sagrada verdade de sua Palavra.
Apesar de sua importância, o testemunho interno do Espírito está sujeito a equívocos. Um desses equívocos diz respeito a como nós defendemos a veracidade da Bíblia. Precisamos fornecer uma apologética— uma defesa — para a sagrada Escritura que se baseie em evidências da arqueologia e da história, na demonstração da coerência interna da Bíblia e em argumentação lógica? Alguns interpretam de forma errada a doutrina do testemunho interno dizendo que a apresentação de evidências para a veracidade da Bíblia é desnecessária e até mesmo contraprodutiva. Tudo o que precisamos é descansar no fato de que o Espírito Santo nos diz que a Bíblia é a Palavra de Deus tanto em declarações bíblicas diretas quanto em sua obra interna de confirmar a veracidade da Escritura.

Conselhos para a leitura da Escritura na igreja



A Bíblia é a própria Palavra do Deus vivo, soprada por Deus e dada a nós para nos exercitar em tudo o que é necessário para a vida e a piedade. Como o povo de Deus, nós somos profundamente dependentes da Escritura, confiando que a Bíblia é o único meio infalível e inerrante pelo qual Deus fala conosco. Por essa razão, a Escritura deve ser central em nossos cultos de adoração. Nós devemos lê-la, cantá-la e pregá-la todos os domingos! Ler a Escritura não é algo que fazemos por dever ou obrigação, mas algo que fazemos em deleite, confiando que ela é um meio pelo qual o Senhor abençoa, busca, convence e atrai. Colocar-se à frente de uma igreja e ler a Bíblia é colocar-se no lugar de Deus e proclamar a sua Palavra.
Por causa da importância da Palavra de Deus, na Grace Fellowship Church nós convidamos certos membros da igreja a estarem envolvidos em um Ministério de Leitura Bíblica – um ministério daqueles que são especialmente treinados e preparados para ler a Palavra de Deus, e lê-la bem. Nós consideramos este um ministério de ensino, o que significa que é um ministério reservado aos homens.
Aqui estão algumas das coisas que nós buscamos ensinar aos homens que participam deste ministério. Espero que elas possam servi-lo à medida que você considera ler a Escritura em um ambiente público. Elas presumem que a pessoa que lê a Escritura tem algum tempo para se preparar!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Você se preocupa com o inferno?

R. C. Sproul Jr.
Nós somos pechincheiros inveterados. Somos adeptos da arte de barganhar. Romanos 1 nos ensina que, em nossa condição caída, todos nós negamos o Deus que sabemos existir. Nós sabemos que somos culpados diante dele, mas nós suprimimos essa verdade pela injustiça. Todavia, nós não queremos ser completa e definitivamente egoístas, absolutamente desenfreados. Então, nós nos sujeitamos a diversas criaturas, deuses que nós mesmos criamos. Nós estamos dispostos a ter alguém que chamemos de Deus, desde que isso mantenha o Deus vivo em xeque. Estamos dispostos a admitir alguma medida de culpa – “ninguém é perfeito” – a fim de evitarmos penetrar na plenitude da nossa perversidade. E estamos dispostos a temer alguns inconvenientes menores, desde que isso nos mantenha longe do terror.
Quando Jesus pregou o seu Sermão do Monte, ele tratou a sua audiência como se composta de crentes. Ele disse aos que estavam reunidos que eles eram a luz do mundo e o sal que preserva o mundo. Os descrentes, contudo, não deixaram de ser abordados. Ao ordenar que os crentes deixassem de lado seus ínfimos temores e abraçassem uma paixão resoluta pelo reino de Deus, ao repreender os que estavam ajuntados por se preocuparem com o que haveriam de comer e o que haveriam de vestir, ele disse: “Porque os gentios é que procuram todas estas coisas” (Mateus 6.32).